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Nesta segunda-feira, dia 15 de junho, por iniciativa da Portal Eventos foi realizada uma live com CEOs dos TMCS e Consolidadoras que debateram e responderam perguntas sobre o futuro das viagens e eventos corporativos.

Estavam presentes na live: Carlos Prado (Tour House), Edmar Bull (Copastur), Eduardo Kina (AJMobi), Eduardo Vansconcellos (Kontik), Juarez Cintra (Ancoradouro), Luciano Guimarães (CVC Corp) e Marcos Arbaitaman (Maringá).

Representando o Grupo Voetur, Sr. Carlos Alberto de Sá, que também é presidente da ABAV-DF, falou da necessidade das agências de viagens se reinventarem nesse momento e que a diversificação nos negócios deve ser uma saída para uma recuperação de forma mais rápida.

Dentro desta colocação ele mencionou o próprio Grupo Voetur que sempre procurou atuar em vários seguimentos e hoje atua na área de turismo, mas também transportes e logística, e está conseguindo superar esse momento em que as emissões de passagens e venda de pacotes turísticos tiveram queda de cerca de 95%.

O presidente da ABAV-DF, respondendo perguntas do público, falou da Central de Compras do Governo. Ele salientou que entende que o governo precisa e deve ajudar as companhias aéreas que são fundamentais para a retomada do turismo, porém as agências de viagens de pequeno e médio porte também precisam de apoio para manter suas atividades e empregabilidade.

Carlos Alberto de Sá entende que o momento é de descentralização e que é importante entender que a Central de Compras do governo inicia-se em âmbito federal e deve caminhar para o estadual e municipal, de forma que todas as agências que trabalham com o setor público podem ser atingidas.

O apoio de agências que não trabalham com o governo também deveria existir, dessa forma poderia ser um caminho para elas caso não ocorram a centralização, pois poderão entrar em licitações para melhorar seus negócios, diversificar corporativo, governo e lazer também é importante nesse momento.

O presidente da ABAV-DF mencionou a importância das demais entidades apoiarem as ações que estão sendo feitas contra a Central de Compras que vai na contra mão das atitudes dos principais países em momentos de crise, que é descentralizar para que mais setores sejam beneficiados.

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